Melanophryniscus setiba Peloso, Faivovich, Grant, Gasparini & Haddad


Nomenclatura e Classificação

Nome Científico

Melanophryniscus setiba

Autoria

Peloso, Faivovich, Grant, Gasparini & Haddad

Nome Comum

Sapinho-da-restinga,  Restinga toadlet


História Natural

Alimentação

Amostras de estômago de dois indivíduos continham várias formigas e um ácaro.


Habitat e Distribuição

Endemismo

Melanophryniscus setiba é endêmica do Brasil, ocorre no litoral estado do Espírito Santo, no município de Guarapari.


Ameaças

Fatores de Ameaça

Os hábitats de bancos de areia estão ameaçados na região e Melanophriniscus setiba parece ser uma espécie endêmica de restinga (Peloso et al. 2012). As florestas do parque na localidade tipo estão isoladas por áreas urbanizadas e restingas abertas, o que torna a população conhecida isolada (Ibama 2014).


Usos, Manejo e Conservação

Presença em Unidades de Conservação

Parque Estadual Paulo Cesar Vinha e Área de Proteção Ambiental de Três Ilhas

Plano de Ação

A espécie ocorre na área de abrangência do Plano de Ação Nacional para a Conservação da Herpetofauna da Mata Atlântica do Sudeste, cuja aprovação está prevista para o final de 2014 (Vivian Uhlig, comunicação pessoal, 2014).


Referências

Referências

Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). 2014. Projeto de Monitoramento do Desmatamento nos Biomas Brasileiros por Satélite (PMDBBS/Ibama 2009). <http://siscom.ibama.gov.br/monitorabiomas/>. (Acesso em: 15/07/2014).

Peloso, P.L.V.; Faivovich, J.; Grant, T.; Gasparini, J.L. & Haddad, C.F. 2012. An Extraordinary New Species of Melanophryniscus (Anura, Bufonidae) from Southeastern Brazil. American Museum Novitates, 3762(14): 1-32.

Fonte das Informações

http://www.icmbio.gov.br/portal/faunabrasileira/lista-de-especies/7541-anfibios-melanophryniscus-setiba. Acessado em 2016-10-18.

Fonte das informações nomenclaturais e de distribuição por UF. Catálogo Taxonômico da Fauna do Brasil. Disponível em: <http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/>


As informações das espécies são provenientes da Flora do Brasil 2020 em construção e do Catálogo Taxonômico da Fauna do Brasil.

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